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fev 09 2012

FUNCIONÁRIOS DA BARRA E DA ENGEFORT PARALISAM ATIVIDADES

Assembleia dos funcionários da Barra

Uberlândia. Funcionários da Barra Projetos e Construções Ltda., empreiteira que presta serviços para a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), em Uberlândia, cruzaram os braços, ontem (8), reivindicando reajuste salarial acima da proposta patronal de 8% (oito por cento). Na parte da tarde, um grupo deles esteve na sede do Sinticom-TAP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e Mobiliário de Uberlândia, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), que representa a categoria, em busca de apoio e solução negociável para a questão.

 

A empresa ofereceu os mesmo 8%, proposto pelo Sinduscon-TAP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba) aos trabalhadores da Construção Civil. Segundo os funcionários da Barra, o pagamento referente ao mês de janeiro, efetuado esta semana, já veio com a incorporação desse percentual. No entanto, eles querem um reajuste maior do que o percentual concedido. A data base deles é em janeiro e até o presente momento não houve acordo coletivo firmado entre a classe patronal e o Sinticom-TAP.

 

Pela proposta da empresa o piso de um eletricista fica no valor do salário mínimo vigente atualmente, R$622,00. Valor esse considerado ínfimo e aquém da realidade. Uma contra proposta, contendo as reivindicações dos trabalhadores foi encaminhada à Barra Projetos e Construções Ltda.

 

Diretores do Sinticom-TAP com trabalhadores no canteiro de obras do novo Fórum de Uberlândia

Fórum

No dia 7 (quinta), foram os funcionários da empresa Engefort Construtora, que é responsável pela obra de construção do novo fórum da comarca de Uberlândia, cruzarem os braços, no próprio canteiro de obras, também reivindicando melhores salários, acima dos 8% oferecidos.

 

A data base da construção civil é em novembro, e até o momento a Convenção Coletiva de Trabalho não foi assinada, pois o Sinduscon-TAP em sua proposta quer retirar a cesta básica do trabalhador que tiver duas faltas, mesmo com atestado médico. A categoria tem direito ao benefício desde 1996, acordado em Convenções Coletivas sucessivas. No dia 20 de janeiro último, assembleia realizada no Sinticom-TAP, recusou a proposta patronal no que diz respeito ao corte da cesta básica. Uma contra proposta foi encaminhada ao Sinduscon-TAP, mas até hoje, os trabalhadores sequer reposta tiveram por parte dos patrões.

 

Fonte: Asscom Sinticom-TAP


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